sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

FATAL Outras Cenas | Mostra de Premiados

A Universidade de Lisboa organiza a Mostra de Premiados do FATAL, uma iniciativa "FATAL - Outras Cenas", que recupera assim o conceito de apresentar espetáculos ou grupos premiados ao longo de várias edições do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa. Ao realizar esta Mostra no Teatro do Bairro, espaço que se situa mesmo no centro da vida cultural lisboeta, pretende-se incentivar a adesão da comunidade académica aos espetáculos de teatro universitário.













16 de Dezembro | Sexta | 21h30
Local: Teatro do Bairro
ESTEPE
criação colectiva
TEUC | Encenação de Paula Garcia
Universidade de Coimbra

Sinopse
É sempre importante não nos levarmos a sério. É importante fazer espetáculos de teatro sem ter o texto decorado. Sem ter de agradecer no fim. Sem ter de. O teatro é o que se quiser fazer dele. O cinema é o que se quiser fazer dele. E, ao dizer isto, ao dizer que a arte é o que se quiser fazer dela, a haver seriedade, ela encontra-se na resistência. Porque se a arte é que se quiser fazer dela, já os corpos que a habitam e fazem, não são uma extensão de uma identidade artística ou social. São o que são, são o que vão sendo. O corpo não é o que se quiser fazer dele (qualquer gripe relembra-nos disso), muito menos um território de experiência para alcançar objetivos ou chegar à imagem da pessoa que se pretende ser. ESTEPE é um terreno árido, com pouca vegetação. O pouco que sobrevive, resiste. Não porque siga um programa ou um título. Porque é que uma espécie sobrevive? Por capricho.

Ficha Técnica
Encenação: Paula Garcia
Interpretação: Ana Lopes, Carolina Moreira, Catarina Carrilho, Catarina Arteaga, Emanuel Santos, Inês de Miranda, Renata Montojos, Xénon Cruz
Desenho de luz: Vera Silva
Assistência de Encenação: Sónia Tigre
Figurinos: Carolina Moreira, Emanuel Santos, Rafaella Theodoro
Design Gráfico: Renata Montojos
Cenografia: Ana Rita Amado, Ana Paula Mateus
Agradecimentos: Jorge Ribeiro, Carlos Gago
Produção: TEUC 2016
Entidade Financiada por Fundação Calouste Gulbenkian
Apoios: UC, TAGV, Câmara Municipal de Coimbra, IPDJ, MAFIA, RUC, CITAC, GEFAC, Ilídio Design, A Escola da Noite

Entrada livre, sujeita à lotação da sala.
Reservas para o número 210 113 406 (Núcleo de Programação Cultural e Ligação à Sociedade - Reitoria da Universidade de Lisboa).

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Prémio FATAL 2016

Atribuído, pelo Júri, ao melhor espectáculo apresentado no Festival
Com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian

reOrg
Texto de Dinis Ramos Machado
CITAC | Encenação de Rodrigo Santos
Universidade de Coimbra

A tentativa de transpor para o palco uma intrincada teia narrativa tecida por uma multiplicidade de personagens, sem o suporte de um texto dramático concebido para o efeito, pode facilmente resultar, como muitas vezes sucede, num exercício tecnicamente relevante, mas inócuo, porque ininteligível, para o espectador - que deve ser encarado como um elemento a ter sempre presente no processo de criação de um qualquer espetáculo.

O elevado ritmo que a ação dramática imprimiu ao espectáculo, hábil e eficazmente temperado por apontamentos narrativos, permitiu ao espectador ir penetrando na complexa rede de personagens e de relações, até ao ponto em que o próprio se vê mergulhado na cena, enquanto parte integrante do espectáculo.

A sobriedade dos figurinos, adereços e cenário, simples mas eficazmente utilizados, contribuiu para que se evidenciasse a qualidade das interpretações, tudo concorrendo para elevar este espectáculo a um patamar de excelência.

É igualmente feliz a escolha do texto, no sentido em que do mesmo se pode extrair uma crítica velada às lutas de poder sem escrúpulos, sejam de caráter político, económico, religioso ou de outra ordem, a que ciclicamente se assiste, mantendo viva uma certa veia crítica característica do Teatro Universitário.

A conjugação de todos estes elementos resultou numa adaptação dramatúrgica de um texto literário superiormente conseguida, o que levou o júri a atribuir o Prémio FATAL ao espetáculo REORG, do CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra.

Prémio FATAL Cidade de Lisboa 2016

Atribuído, pelo Júri, ao espectáculo mais inovador apresentado no Festival
Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa

A Constante Macabra
De André Antibi, Bárbara Pereira, Carina Fernandes, Carlos Neto, Guerra Junqueiro, Inês Lopes, João Nemo, Ken Robinson, Matilde Simões, Trevor Nunn (a partir de T.S. Eliot) e W. B. Yeats
TEUC | Encenação de Catarina Santana e Marta Campos
Universidade de Coimbra

O Prémio FATAL – Cidade de Lisboa, patrocinado pela Câmara Municipal da mesma cidade, pretende distinguir o espectáculo mais inovador apresentado à competição neste festival, através da evocação escultórica da fragilidade e do risco decorrentes dos processos de criação associados ao Teatro Universitário, assim como à criação artística em geral, cuja natureza, devido a uma paradoxal estabilidade incerta, sugere a elevação do espectáculo laureado à cátedra fatal.

Com efeito, semelhantes responsabilidade e assento (embora de nomeação efémera) não convidam, numa primeira instância, ao sentimento de orgulho que seria desejável e, muito ao invés do esperado, virtuoso. Não, uma condenação deste género não é motivo para auto-realização, mas o significado a si inerente já o é.

Quando falta a voz ao cidadão comum para clamar pela liberdade de expressão, de pensamento e de espírito crítico, exigindo assim o seu direito à constituição de uma opinião individual, embora destinada à ruptura da mecanização social pela via da instrução, a única possibilidade é metaforizar a rouquidão através de uma outra linguagem, mais primária ainda do que aquela através da qual nos exprimimos hoje e que é fundamentalmente desencriptada, a linguagem do corpo.

«Elementar» não é necessariamente um termo pejorativo. Pelo contrário, revela essência, matéria-prima, primordialidade. Assim, a existência de múltiplas essências ou matérias-primas, independentes entre si, mas que correlacionadas ofertam um muito maior potencial, é patente no espectáculo galardoado, que brinda o espectador com Teatro de proporções transcendentalmente épicas, unindo a si a Música e o Cinema, com espaço para a partilha globalizante de milho torrado, que não deixa de ser um acto de irmandade.

Decide assim o júri, pela inovadora interacção entre público, músicos, intérpretes e respectivas contribuições de cada um dos elementos, no intuito de uma problematização comum que leva o Teatro às suas origens reflexivas, atribuir o Prémio FATAL – Cidade de Lisboa ao espectáculo A Constante Macabra, do TEUC – Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra.

Prémio FATAL do Público 2016

Atribuído pelo Público do Festival

E Do Nada, Nada Ficou
A partir da obra As Dez Figuras Negras de Agatha Christie
Tubo de Ensaios | Encenação colectiva
Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

Menção Honrosa FATAL 2016

Atribuída pelo Júri do Festival

Ninguém Se Mata Duas Vezes Da Mesma Maneira
Texto de A. Branco
Fc-Acto | Encenação de A. Branco
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Alguns espectáculos seduzem pela exuberância de meios e formas, outros pela economia dos mesmos, pela sobriedade e contenção, provando que, na realidade, less pode ser more e com poucos meios se pode fazer bem e diferente.

Os efeitos de luz e som, usados na justa medida e alguns adereços modestos mantiveram o carácter minimalista – quase a roçar o conceito de teatro pobre, de Grotowski. Processo cénico inovador, em que o encenador introduz aquilo que designa, com algum humor, como "técnica mista": narração em voz off, ilustrada, de forma nem sempre coincidente, por oito pares de atores, correspondendo ao número de palavras que compõem o título.

Joga-se com a surpresa do espectador, à medida que as regras do jogo se vão alterando ligeiramente a cada momento, ao mesmo tempo que se abre um espaço em que cada um é livre de "imaginar" o que é apenas sugerido por ambos os processos narrativos.

Interpretações seguras, contidas, uniformes.

Pelo experimentalismo, pela contenção, pela abolição de tudo quanto é desnecessário, levando o espectador a concentrar-se de forma absoluta na voz narrativa e nos atores, pelo envolvimento do espectador na construção da ficção, decidiu o júri atribuir uma Menção Honrosa ao espectáculo Ninguém se mata duas vezes da mesma maneira, da responsabilidade do grupo Fc-Acto.

Menção Honrosa FATAL 2016

Atribuída pelo Júri do Festival

E Do Nada, Nada Ficou
A partir da obra As Dez Figuras Negras de Agatha Christie
Tubo de Ensaios | Encenação colectiva
Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa

A experiência do que é assistir a um espectáculo teatral convoca frequentemente algumas noções que, sendo pontualmente desafiadas, nos colocam num patamar de conforto com um formato mais ou menos definido: um tempo, um espaço, uma narrativa. Desafiar um destes aspectos é um exercício potencialmente virtuoso mas vertiginoso e o confronto com um trabalho que o consegue de forma exemplar é, portanto, particularmente bem recebido.

A capacidade de traduzir os meandros labirínticos da narrativa e de a representar fisicamente recorrendo a poucos objectos e jogando com espaços manifestamente limitados mostrou-se um exercício eminentemente criativo e de grande mestria, que envolve o espectador, simultaneamente observador e actor da própria cena, povoando-a e conferindo-lhe significado. O jogo com a audiência, permanentemente confrontada com novos dados e novos encontros, é uma forma feliz de cativar estas "sombras", que se imiscuem no espaço dos actores e aguardam ser surpreendidos, como uma décima primeira personagem.

Pelo rigor e perfeição na execução, dando particular destaque à sincronização dos vários elementos móveis que suportam um espectáculo jovial mas fundamentalmente consistente, que culmina numa aliança feliz entre espectadores-elenco, entendeu o júri atribuir uma menção honrosa ao espetáculo E do NADA, NADA ficou, do grupo Tubo de Ensaios – Grupo de Teatro da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa.

Menção Honrosa FATAL 2016

Atribuída pelo Júri do Festival

A Casa de Bernarda Alba
Texto de Frederico García Lorca
Cénico de Direito | Encenação de Pedro Wilson
Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

Existem textos que pela sua força e qualidade é sempre um prazer revisitar. No contexto deste festival apresentar um espetáculo feito a partir de um texto clássico é também um desafio e neste caso conseguido.

Através de uma aparente simplicidade o espetáculo evoca uma enorme complexidade temática sobre o conflito entre a austeridade e a liberdade, através da história de uma família. A concepção do espaço cénico transmite a sensação de opressão que sofrem as personagens, perceptível através da intensidade dos diálogos que espelham a moral tradicional, as diferenças sociais e a condição da mulher.

Pela interpretação e concepção de um espetáculo competente e honesto, que proporcionou ao espectador um bom momento de teatro, o júri decidiu atribuir uma menção honrosa ao espetáculo A Casa de Bernarda Alba, do Cénico de Direito – Grupo de Teatro da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

FATAL 2016 | Workshop

ÚLTIMAS VAGAS
Workshop de Adaptação da obra "O Continente", de Erico Veríssimo, para a linguagem cénica

Com Inês Marocco e Isandria Fermiano (Teatro Grupo Cerco)

Reitoria da Universidade de Lisboa
7 Maio | SÁBADO | 14h00 às 18h00

Descrição
Neste workshop será abordada uma das técnicas trabalhadas pelo grupo Cerco durante o seu processo de criação artística: a adaptação da obra literária para a linguagem cénica. Será desenvolvido um trabalho de criação colectivo a partir de fragmentos de alguns textos literários (contos ou romances). Neste processo colaborativo, todos trabalharão sob a orientação de um professor, usando a técnica de improvisação. Após uma primeira leitura e contextualização da(s) obra(s), dar-se-á início à improvisação de situações do texto. Posteriormente, será feita a análise dos improvisos com o objectivo de verificar se a mensagem e a atmosfera criadas pelo autor continuam presentes. O objectivo será conseguir uma apropriação do texto sem trair as ideias do autor, para assim ser feita uma melhor adaptação.

Observações: 20 vagas; actividade gratuita; inscrições até dia 4 de Maio, enviar e-mail para fatal@reitoria.ulisboa.pt.

Inscrições:
Gratuitas
Reitoria - Núcleo de Programação Cultural e Ligação à Sociedade do Departamento de Relações Externas e Internacionais
Tel.: +351 210 113 406
fatal@reitoria.ulisboa.pt

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Partilha de Processos de Criação

Sábado, 30 de abril | 15 horas
Refeitório I dos SASUL (Cantina Velha)

O FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa recebe amanhã, dia 30 de abril, no Refeitório I, às 15 horas, a Partilha de Processos de Criação, pelos Alunos do 3º ano do Curso de Teatro – Estudos de Interpretação IV da Universidade do Minho.













Sinopse
No quadro da unidade curricular Estudos em Interpretação III e IV os alunos de 3º ano da Lic. em Teatro da Universidade do Minho (UM) vêm desenvolvendo projetos da sua autoria supervisionados pelo docente (uns em grupo outros individualmente). Mostrar por várias vezes o processo criativo (antes do espetáculo estar finalizado) tem-se revelado um ato desafiante e enriquecedor.
Qual a melhor forma de partilhar o processo? Como tratar uma questão pertinente levantada pelos observadores aquando desse momento de partilha do processo? São estas algumas das questões que os alunos-criadores se têm confrontado e que em muito tem têm enriquecido os seus processos de criação.
O que FATAL proporciona a estes jovens criadores será como que o último andamento antes do culminar de todo uma caminhada. Não poderiam ter melhor desafio!

Não faltem!

Mais informações.

terça-feira, 1 de março de 2016

17.ª edição do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa | Candidaturas até 4 de março

Até 4 de março, estão abertas as candidaturas à 17.ª edição do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa – FATAL. O Festival trará à cidade de Lisboa os mais recentes espetáculos de grupos de teatro universitário nacionais e estrangeiros.

Todos os interessados deverão inscrever-se:
- Pelo telefone 210 113 406
- Pelo endereço de e-mail fatal@reitoria.ulisboa.pt
- Presencialmente no Núcleo de Programação Cultural e de Ligação à Sociedade do Departamento de Relações Externas e Internacionais da ULisboa

A candidatura deverá ser acompanhada de:
- Sinopse do espetáculo;
- Ficha técnica do espetáculo;
- Nome e número dos alunos do Grupo, assim como a indicação do curso e da instituição que frequentam;
- Registo videográfico do espectáculo se disponível;
- Texto da peça;
- Documento comprovativo da regularização dos direitos de autor (SPA);
- Fotografias do espetáculo.

Mais informações:
Edital
Regulamento

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Mostra de Premiados do FATAL | Outras Cenas


28 e 30 de Novembro, 1 de Dezembro | Sábado, Segunda e Terça | 21h30
Refeitório I dos SASUL (antiga Cantina Velha) 


De 28 de novembro a 1 de dezembro, a Universidade de Lisboa (ULisboa) organiza a Mostra de Premiados do FATAL, uma iniciativa “FATAL - Outras Cenas”, que apresenta grupos ou espetáculos premiados ao longo de várias edições do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.

Durantes estes dias serão exibidas as peças:

Fragmentos | 28 de novembro – 21h30
criação do mISCuTEm (ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa)

Alta Áustria | 30 de novembro – 21h30
de Franz Xaver Kroetz (Teatro da Academia - Instituto Politécnico de Viseu)

Quando é que vamos onde… | 1 de dezembro – 21h30
de Susana Vidal (NNT - Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa)

Esta Mostra que se realiza no Auditório do Refeitório I (antiga cantina velha), espaço que se situa mesmo no centro da vida cultural da Universidade, pretende incentivar a adesão da comunidade académica aos espetáculos de teatro universitário.

Entrada livre (sujeita à lotação da sala).

Mais informações

quarta-feira, 22 de abril de 2015


22 e 23 Abril | Quarta e Quinta | 21h30
Teatro da Comuna - Sala das Novas Tendências 

"Cães Danados", Antigo Cénico de Direito

Cinco dos melhores criminosos do país foram contratados por Rick Magic para executar um assalto de elevada dificuldade; num banco, um carregamento de diamantes aguarda-os. Um a um são chamados a constituir a "equipa ideal". Mas certas regras são fundamentais. Não é permitido falhar. Deverão todos tratar-se por nomes falsos e falar, exclusivamente, sobre o que os junta: o trabalho, guardando segredo acerca de tudo o resto.

Porém, no dia D, qualquer coisa corre mal e são forçados a tentar sobreviver e a fugir.

Em palco vive-se o conflito entre estes homens obrigados pelas circunstâncias a coexistir. Enquanto tentam descobrir onde está o erro, revelam fidelidade, princípios e obediência a fés muito distintas, por dentro das suas bem mascaradas consciências.

14 anos depois da estreia o elenco inicial reencontra-se no palco.


Mais informações em:

Site: http://www.fatal.ulisboa.pt/

Blogue: http://fatalnosbastidores.blogspot.pt/

Facebook: http://www.facebook.com/festivalfatal

terça-feira, 21 de abril de 2015


Entre 22 de Abril e 16 de Maio de 2015

A 16.ª edição do FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa começa na próxima semana. De 22 de abril a 16 de maio a capital lisboeta vai ser invadida pela criatividade e talento de mais de uma vintena de grupos de teatro académico, nacionais e estrangeiros.

Organizado pela Universidade de Lisboa, o programa do FATAL integra a apresentação de espetáculos em competição, fora de competição e convidados, levando o teatro universitário ao encontro do público da cidade. Todos os espetáculos, e atividades paralelas, vão decorrer em vários locais da Universidade e da cidade de Lisboa.

Para entrar no espírito deste Festival, acontece nos dia 22 e 23 de abril, o Pré-Evento do FATAL 2015 com o Debate sobre “Limites de Expressão”, a Performance “A Boa Alma de Sé-Chuão” de Bertolt Brecht e a peça “Cães Danados”.


Mais informações em:

Site: http://www.fatal.ulisboa.pt/

Blogue: http://fatalnosbastidores.blogspot.pt/

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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Programação completa FATAL 2013: 13 grupos de teatro universitário portugueses a concurso


Entre 7 a 25 de Maio de 2013
Teatro da Politécnica e outros locais às 21h30 e às 19h00



O FATAL (Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa) celebra a sua 14ª edição com a maior programação de espectáculos de sempre, tornando não apenas as noites mas também os finais de tarde num momento de fruição teatral.

Com um programa pluridisciplinar, o FATAL apresenta, de 7 a 25 de Maio, uma programação com três categorias distintas: “Competição” , “Mais FATAL” e “FATAL Convida”.

Na “Competição” sobem ao palco 13 espectáculos nacionais de teatro universitário que estão a concurso, sempre às 21h30, no Teatro da Politécnica.

A nova categoria “Mais FATAL”, será uma oportunidade para grupos que, não tendo sido seleccionados para a “Competição”, vêm a Lisboa mostrar as suas mais recentes encenações. Nesta categoria estreiam nove espectáculos nacionais, às 19h, no mesmo local.

A categoria “FATAL Convida” inclui espectáculos de grupos nacionais e estrangeiros convidados a apresentar os seus trabalhos nesta edição.

Após cada espectáculo, haverá sempre espaço para o debate e a reflexão com as habituais tertúlias, orientadas por especialistas da Academia e das Artes do Espectáculo.

O FATAL 2013 reserva ainda outras surpresas e novidades, incluídas no FATAL Convida e numa programação paralela. Para além dos 22 espectáculos nacionais, traz mais uma vez a Portugal o grupo Aula de Teatro Universitária “Maricastaña”, da Universidade de Vigo, que preparou uma Performance especial para esta edição e que é resultado de uma aproximação entre o FATAL e o MITEU (Mostra Internacional de Teatro Universitário). A Residência Artística “NO TEMPO-MORTO” - “Uma experiência para resistentes e dissidentes do teatro universitário” - com a coordenação e encenação de Susana Vidal e a criação de textos e o apoio à dramaturgia de Miguel Manso, está a decorrer na Universidade de Lisboa desde o dia 2 de Abril e resultará num espectáculo intitulado “O Tempo morto”, a ser apresentado no dia 9 de Maio, às 19h, no Teatro da Politécnica, na programação “Mais FATAL”.

O FATAL 2013 inclui ainda uma Masterclass com o encenador e actor Rogério de Carvalho que vem conduzir, na Universidade de Lisboa, uma aula aberta ao público sobre o seu “Método e Processo de Trabalho”; workshops que se alargam a outros campos artísticos tais como o da fotografia e o da música, sessões de leituras inéditas inspiradas no movimento de Theatre Uncut , que vão ao encontro da actual crise cultural e financeira vivida em Portugal; e, por fim, a Festa FATAL no dia 25 de Maio.


Competição
De 7 a 21 de Maio, às 21h30, no Teatro da Politécnica

São 13 os espectáculos de grupos de teatro académicos nacionais que integram a selecção do FATAL 2013. Ao abordarem temas como a relação entre o Passado e o Futuro, a dicotomia Homem/Mulher e o papel assumido por estudantes universitários enquanto impulsionadores de mudança, a diversidade de géneros teatrais e temas dramatúrgicos apresentados tornam a ida ao FATAL uma visita sempre inesgotável e surpreendente.


Mais FATAL
De 8 a 21 de Maio, às 19h, no Teatro da Politécnica

Mais FATAL é uma das novidades desta 14ª edição, que contempla o público com mais nove espectáculos de grupos de teatro académicos nacionais como duas encenações diferentes de O Despertar da Primavera, uma do GTMT (Grupo de Teatro Miguel Torga) e outra do Ultimacto (Grupo de Teatro da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa); O Insecticida ou o Fim do Império!, do mISCuTEm (Grupo de Teatro do ISCTE-IUL); Suicídio de Amor Por Um Defunto Desconhecido, do GTAL (Instituto Politécnico de Lisboa); entre outros.


FATAL Convida

Numa categoria diferente, o FATAL inclui duas apresentações internacionais: Suicídio colectivo com encanto, mais um espectáculo do grupo “Mariscastaña” e Almisdaé do grupo La Coquera Teatro, de Barcelona. As sessões de leitura do Teatro sem Cortes são subordinadas ao tema do financiamento cultural e contam com a coordenação de Ricardo Correia, em conjunto com a Casa da Esquina de Coimbra. A Leitura dramática de Portugal de Almada Negreiros, pelo Grupo de Teatro de Funcionários da UL (Universidade de Lisboa) tem encenação de João Ferrador e faz também parte deste segmento da programação, que integra a já referida Residência Artística de Susana Vidal.


Mais informações em:

Site: http://www.fatal.ul.pt/

Blogue: http://fatalnosbastidores.blogspot.pt/

Facebook: http://www.facebook.com/festivalfatal

http://www.cultura.ul.pt/

sexta-feira, 5 de abril de 2013

FATAL apresenta 13 espectáculos de teatro universitário nacionais e estrangeiros


De 7 a 25 de Maio 2013
Teatro da Politécnica e outros locais

A 14ª Edição do FATAL, Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, apresenta 13 espectáculos de grupos nacionais e internacionais, entre os quais estão presentes grupos oriundos de Espanha como o grupo Aula de Teatro Universitária 'Mariscastaña' cuja presença é já habitual.

Lisboa, 5 de Abril de 2013 – Todos os anos, o FATAL procura relacionar o festival e o teatro universitário com a contemporaneidade e 2013 não será uma excepção. O FATAL dá este ano relevo a binómios como Homem/Mulher, Passado/Futuro, e reflecte sobre o papel assumido pelos estudantes universitários enquanto impulsionadores de mudança.

Diariamente, após o final de cada espectáculo, terão lugar tertúlias com várias personalidades das Artes do Espectáculo e da academia, de forma a criar um momento e um espaço de crítica e discussão entre o público e os criadores.

Este ano o FATAL inova, apresentando uma sessão de Leituras inédita. Inspirando-se no movimento de Theatre Uncut, criado para encorajar o debate político sobre tópicos que afectam a vida do mais comum dos cidadãos, o festival organiza, este ano, em conjunto com a Casa da Esquina de Coimbra, uma sessão de Leituras, subordinadas ao tema do financiamento cultural, sob o título Teatro Sem Cortes. Textos curtos de vários dramaturgos contemporâneos nacionais e internacionais, alguns inéditos, que escreveram em resposta a diversas temáticas tais como o movimento Occupy ou a crise europeia que nos assola actualmente.

O Fatal 2013 organiza ainda vários workshops, na sua maioria destinados a grupos de teatro e estudantes universitários, tais como: workshops de cenografia, fotografia de teatro, especificidades do trabalho de actor e de voz.

Mais informações em:

Site: http://www.fatal.ul.pt/
Blogue: http://fatalnosbastidores.blogspot.pt/

Para pedidos de entrevistas e/ou imagens, contacte:
Tel. 218851203 | E-mail. fatal.comunicacao@reitoria.ul.pt
Assessoria de Imprensa FATAL 2013
Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa
http://www.fatal.ul.pt/
http://www.facebook.com/festivalfatal

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Inscrições Abertas: Workshop de Fotografia de Teatro De 30 de Abril a 25 de Maio de 2013


(Foto - Tânia Araújo)

Workshop de Fotografia de Teatro
De 30 de Abril a 25 de Maio de 2013

O Movimento de Expressão Fotográfica (MEF),em colaboração com a Reitoria da Universidade de Lisboa, promove mais um Workshop de Fotografia de Teatro para a cobertura fotográfica integral do Fatal 2013 – 14º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa.

O workshop é composto por uma componente teórica de fotografia de cena e de fotografia de retrato e por uma parte prática, a realizar ao longo de todo o festival, que incluirá fotografia de retrato, fotografia dos espectáculos que integram o FATAL 2013 e por fotografia de reportagem do ambiente que envolve todo o festival.

Para a cobertura do festival e para as sessões de retrato, serão criadas equipas de trabalho coordenadas, no terreno, pela formadora Tânia Araújo e, em sala de aula, pelo formador Luís Rocha.  

A participação neste workshop implica a cedência de uma colecção de imagens em formato digital à organização do festival, para efeitos de divulgação. A organização do workshop e do FATAL comprometem-se a respeitar os direitos de autoria das imagens.

Conteúdos:

Temperatura de cor; o momento certo; a relação com os actores e com o palco; sensibilidades, relação com a luz existente; grão e ruído; profundidades de campo e foco selectivo; composição de fotografia de cena; distâncias focais, luminosidade das objectivas (efeitos e características); a colocação na plateia do fotógrafo; direito à imagem; tratamento digital de imagens em programa de edição; fotografia de retrato; iluminação para retrato; uso do Flash; fotografia de reportagem.


Carga horária
Componente teórica e edição de imagens: 21 horas
Componente prática fotográfica: no decorrer do festival

Horários
Componente teórica: 30 de Abril, das 19h30 às 22h30; Dias 2 e 3 de Maio, das 19h30 às 22h30
Componente edição, visualização e discussão de imagens: dias 10, 11, 16 e 21 de Maio das 19h30 às 22h30
Componente prática: no decorrer do festival mediante programação
 Período de formação
De 30 de Abril a 25 de Maio de 2013

Custo do Workshop por pessoa: 125€

Contactos e Inscrições
E-mail: email.mef@gmail.com
Site: www.mef.pt
Tel: 96 583 16 20 (Tânia Araújo)


Local de Formação
Sessões teóricas e de edição de imagem
Palácio de Laguares
R. Prof. Sousa da Câmara, 156
1070 Campolide, Lisboa

Formadores
Luís Rocha, Tânia Araújo
Organização
Reitoria da Universidade de Lisboa
Movimento de Expressão Fotográfica – MEF
Parceria
Parceria Cultural com a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul

quinta-feira, 21 de março de 2013

FATAL 2013 | De 7 a 25 de Maio | Teatro da Politécnica e outros locais




Em 2013 o FATAL, Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, celebra a sua 14.ª edição com uma palavra: transformar.

Uma palavra que continua a representar, nas artes performativas e fora delas, uma urgência dos nossos dias: transformar para intervir na sociedade permanece como uma das urgências do teatro universitário. A força transformadora do colectivo, a transformação de um grupo, a transformação nas artes. É para estes caminhos que o FATAL olha desde a sua génese, é aqui que o FATAL se concretiza todos os anos. Através de uma programação pluridisciplinar que tem como foco principal o teatro, o FATAL transforma-se noutros campos artísticos, da fotografia (Workshop), às artes plásticas (Instalação Urbana) ou ainda em momentos de debate e reflexão, com as tertúlias após cada espectáculo. O FATAL une, assim, todas as possibilidades criativas de um festival feito por jovens, instalando em Lisboa, ao longo de quase um mês, um espírito de irreverência transformadora e construtiva.

O FATAL tem este ano lugar no Teatro da Politécnica e outros locais, de 7 a 25 de Maio. Da programação revelamos desde já que, após a Masterclass com Susana Vidal, que decorreu no passado dia 14 de Março, vai ser desenvolvida, ao longo do mês de Abril, uma residência de criação artística com a encenadora, em colaboração com o poeta Miguel Manso, cujo resultado final será apresentado no festival.

“No Tempo-Morto” é o título da residência que pretende, segundo Susana Vidal, criar “um novo paraíso, um mundo ilusório e fantástico, onde a palavra crise soará a oco”, uma experiência para resistentes e dissidentes do teatro universitário.Mais informação em anexo.

Inscrições para a residência artística “No Tempo-Morto”

Tel. 210 113 406 | fatal@reitoria.ul.pt

Mais informações em:



Site Cultura da Universidade de Lisboa: http://cultura.ul.pt/

Para pedidos de entrevistas e/ou imagens, contacte:

Assessoria de Imprensa FATAL 2013
Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa

Tel. 218851203 | E-mail. fatal.comunicacao@reitoria.ul.pt

quarta-feira, 20 de março de 2013

RESIDÊNCIA DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA “NO TEMPO - MORTO” com Susana Vidal e Miguel Manso

INSCRIÇÕES ABERTAS!

RESIDÊNCIA DE CRIAÇÃO ARTÍSTICA
Coordenação e encenação de Susana Vidal
Criação de textos e apoio à dramaturgia de Miguel Manso

NO TEMPO - MORTO”
Uma experiência para resistentes e dissidentes do teatro universitário com a encenadora Susana Vidal

O FATAL apresenta a sua segunda residência de criação artística. Inserida na 14.ª edição do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa – FATAL 2013, esta residência, que decorrerá na Universidade de Lisboa entre 2 de Abril e 20 de Maio, desenvolver-se-á numa colaboração entre a encenadora Susana Vidal e o poeta Miguel Manso. Destinada a estudantes universitários e a público em geral com interesse na área, a residência culminará na apresentação de um espectáculo no FATAL 2013. As inscrições já estão abertas.

De nada nos serve ser rainhas ou princesas, super-heróis ou piratas, ganhadores ou perdedores. De nada serve olhar por baixo da minha saia e encontrar-te nu... de nada serve viver no paraíso sem culpa, sem medo, sem ódio, sem amor maldito ou sujo... de nada serve a solidão neste paraíso tão maculado como a rua, tão obscuro como os teus olhos, tão perfeito como a tua voz... Deixa-me parar o tempo.
No tempo-morto começa uma outra história, onde as princesas estão a desfazer-se e os super-heróis choram aos gritos, onde as rainhas tremem de medo e os perdedores vivem, por fim, em paz”


Aprenderemos a não fazer nada, a não ter planos, a não formatar nem limitar as coisas antes de “as abordar”. Experimentaremos métodos para deixar de ter métodos, quebraremos as técnicas e os preconceitos. Trabalharemos em condições extremas e por prazer. Voltaremos a insistir na procura do tempo morto.
Criaremos agitação sem declarar nada.
Criaremos um corpo sem tempo que nos arranque o cadáver e o pensamento.
Deixaremos de sentir os pés seguros, o corpo forte, a língua ágil e o pensamento engenhoso. Deixaremos de ser virtuosos para mostrar também o mais ridículo e vergonhoso. Defenderemos o perdedor e o fingidor, o medo e a força, a luta e a derrota. Procuraremos o corpo em desvantagem que fica no silêncio do tempo-morto. Inventaremos um espaço de eco para o outro o encher com a sua voz.

Criaremos um novo paraíso, um mundo ilusório e fantástico onde a palavra crise soará oca.

Procuraremos o paraíso, só mais uma vez, um paraíso ilusório, onde a loucura e o amor ainda sejam uma urgência para o nosso corpo em crise.
Uma criação de urgência para estes dias de fome.

Susana Vidal


Susana Vidal
Encenadora, autora e actriz oriunda do teatro universitário espanhol, trabalha e reside em Lisboa desde 1997 onde é criadora independente e directora artística da B Negativo Teatro. Entre 2000 e 2008, foi, também, encenadora do GTIST (Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico), colectivo com quem participou em varias edições do FATAL e criou diversos espectáculos que questionaram a função e forma do teatro universitário.


Miguel Manso
Miguel Manso (1979) tem seis livros de poemas publicados, de entre eles, Contra a manhã burra (ed. de autor e Mariposa Azual, 2008), Santo Subito (ed. de autor, 2010) e, mais recentemente, Aqui podia viver gente (Primeiro Passo, 2012). Colaborou com a companhia de teatro Cão Solteiro e tem participado em leituras públicas de poesia, das quais se destaca “Quintas de Leitura”, no Teatro do Campo Alegre, Porto. Tem participado em residências artísticas e de criação literária.

Destinatários: estudantes universitários; público em geral com interesse na área
N.º máximo de participantes: 30

Datas e horários: de 2 de Abril a 20 de Maio de 2013; Abril 2ª, 3ª e 5ª feiras, das 16h às 19h (horário provisório; a definir posteriormente com o grupo de trabalho). Maio 2ª, 3ª, 5ª e Sábados (horário a definir); Estreia do espectáculo final: Maio 2013, no âmbito do FATAL 2013.

Preço: 40€ por pessoa
Preço especial para estudantes universitários: 25€ por pessoa (mediante comprovativo)

Espaço de ensaio: Universidade de Lisboa (local a designar)

Informações e inscrições:
Reitoria da Universidade de Lisboa
Núcleo Cultural Departamento de Estratégia e Relações Externas
Telefone: 21 011 34 06

fatal@reitoria.ul.pt



segunda-feira, 28 de maio de 2012

PRÉMIOS FATAL 2012



A 13ª edição do FATAL 2012 terminou na passada sexta-feira dia 25 de Maio 2012. Os vencedores foram revelados ao público e aos grupos de teatro universitário, no Clube Ferroviário, a grande noite de FESTA FATAL

O FATAL, organizado pela Reitoria da Universidade de Lisboa, contou, em 2012, com uma programação diversificada, ocupando vários espaços da capital, da Aula Magna, onde teve lugar o Concerto Cénico, ao Teatro da Politécnica, onde subiram ao palco 13 das 14 peças de teatro apresentadas pelos grupos de teatro universitário de vários pontos do país. Marcaram ainda presença no Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa 3 grupos de teatro internacionais, provenientes de Espanha. E ainda decorreram, no âmbito do FATAL, 1 performance, 1 debate, 1 masterclass – realizado em parceria com o alkantara festival - 2 workshops e 1 instalação urbana. 

O Júri da edição de 2012 do FATAL contou com os seguintes elementos: 

Bruno Schiappa, em representação do Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da UL 

José Pereira, em representação da Associação Académica da UL 

Laurinda Chiungue, actriz 

Meirinho Mendes, actor 

Paulo Braga, em representação da Câmara Municipal de Lisboa 

Paulo Morais, em representação da Escola Superior de Teatro e Cinema do IPL 

Rui Vieira Nery e António Caldeira Pires, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian 


1- Prémio FATAL 2012 

PATROCINADO PELA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS 

Atribuído, pelo Júri, ao melhor espectáculo apresentado no Festival. 

Woyzeck 

De Georg Büchner 

Encenação de Fraga 

Teatro da Academia 

Escola Superior de Educação 

Instituto Politécnico de Viseu 

O Prémio FATAL 2012 foi atribuído pelo Júri a Woyzeck, de Georg Büchner, com encenação de Fraga. Segundo o júri, esta apresentação mostra “a compreensão do Teatro como obra de arte total, composto por várias dimensões, jamais podendo ser reduzido a uma só. Assim, foram explorados não só o importante trabalho dos actores, de que se registam algumas notáveis interpretações, mas também todo o trabalho plástico, o desenho de som e banda sonora, o desenho de luz, entre vários outros aspectos, todos relevantes.(...)Em suma, fez-se Teatro.” 

2- Prémio FATAL Cidade de Lisboa 2012 

PATROCINADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA 

Atribuído, pelo Júri, ao espectáculo mais inovador apresentado no Festival. 

A Espera 

A partir de Olhos de Cão Azul de Gabriel García Márquez 

Encenação de Inês Gregório e Nuno Matos 

TUP - Teatro Universitário do Porto 

Universidade do Porto 

O Prémio FATAL Cidade de Lisboa 2012 foi atribuído a A Espera, a partir de Olhos de Cão Azul, de Gabriel García Márquez, do teatro Universitário do Porto. Segundo o júri, é “(...) um projeto de uma dimensão imagética excelente, com uma dimensão cénica assente numa luminotecnia inovadora, que produzia uma ilusão tridimensional através do desenho de luz, inusitada no Teatro Académico. Um elogio também à integração do guarda roupa e dos adereços na relação direta da ação atribuindo-lhes o signo de personagens interagentes.” 

3- Prémio FATAL do Público 2012 

COM O APOIO DA MAKE UP FOREVER 

Atribuído à peça mais votada pelo público do Festival 

Monstro Meu 

De Rodrigo Santos, com excertos de poemas de Anabela Ribeiro e Patrícia Antunes, 

Encenação de Rodrigo Santos 

CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra 

Universidade de Coimbra 

4 Menções Honrosas atribuídas aos espectáculos: 

Queda em Branco 

Criação colectiva 

GTIST – Grupo de Teatro do Instituto Superior Técnico 

Universidade Técnica de Lisboa 

Encenação e Direcção Artística – Gustavo Vicente 

Justificação do júri: “Actualidade dramatúrgica com base nas relações de poder do micro ao macro, assente numa forma performativa transdisciplinar inspirada nas premissas do teatro físico e da Nova Dança Portuguesa dos anos 90 do séc. XX.” 

Mecânica das Paixões 

A partir de Georg Büchner 

NNT -Novo Núcleo de Teatro 

Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa 

Encenação e Desenho Cénico – Alexandre Calado 

“Performance multidimensional, cujas passagens por vezes se contaminam, exigindo ao espectador uma certa, por vezes difícil, velocidade cognitiva. Pelos rituais entre textos, na interessante exploração da mesa de cena, qual arca de Noé, conseguiu o NNT afectar o espectador, gerar esse, por vezes inatingível, sorriso final.” 

Monstro Meu 

De Rodrigo Santos , com excertos de poemas de Anabela Ribeiro e Patrícia Antunes, 

Encenação de Rodrigo Santos 

CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra 

Universidade de Coimbra 

Justificação do júri: “Deste projeto retemos: o lançar de questões pertinentes, desafiadoras da realidade. De apelo à reflexão sobre o nosso presente quer seja particular, local ou global. Porque, uma vez perdida a inocência não se pode adormecer, mas agir.” 

Vosch Vush – Um bosque em Marcha 

A partir de William Shakespeare 

TEUC – Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra 

Direcção – Catarina Santana e Joana Pupo 

Dramaturgia – Hélder Wasterlain 

Justificação do Júri: “Sem truques, trovões ou relâmpagos o teatro pode ser, também, um processo de construção colectiva. Numa medida justa e equitativa cada personagem tem o seu o papel, o processo em si, a entrega, a aprendizagem e a diversão são as premissas ontológicas de um “amanhã e amanhã e amanhã”.”


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Exposição de Fotografia | Fatalidades VI - Exposição retrospectiva do FATAL | 4 de Maio a 4 de Junho | Faculdades e Institutos da Universidade de Lisboa

Revisitação do percurso e da História do FATAL através de uma exposição fotográfica retrospectiva.


“Com a fotografia de teatro edificamos referências à representação do tempo e ao movimento, e aspiramos a perpetuar a variável assumida em palco: o lado efémero da representação. O fotógrafo, ao isolar uma pequena parte de um todo, assume o instante a ser lembrado construindo uma narrativa ficcional a partir de um registo que tem por base um carácter puramente documental.”
Luís Rocha (Movimento de Expressão Fotográfica)


A Fotografia de Teatro invade 11 Faculdades e Institutos da Universidade de Lisboa numa exposição percurso que apresenta uma selecção do trabalho fotográfico realizado em doze anos de FATAL. Mais de 50 fotógrafos desvendam os seus olhares instantâneos sobre bastidores, palcos, actores, aplausos, e outros tantos cenários nunca revelados, numa narrativa documental inédita sobre o Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa e a sua história.

Locais:
Faculdade de Medicina
Faculdade de Ciências
Faculdade de Letras
Faculdade de Direito
Faculdade de Farmácia
Faculdade de Psicologia e Instituto de Educação
Instituto de Ciências Sociais
Faculdade de Belas –Artes [Chiado, largo da Academia de Belas Artes]
Faculdade de Medicina Dentária
Instituto de Ciências da Educação
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território

Museu Nacional de História Natural e da Ciência [Rua da Escola Politécnica]

Projecto: Isabel Tadeu; Marisa Costa; Marta Fonseca; Luís Rocha (MEF); Rui Teigão; Tânia Araújo (MEF) Produção: Marta Fonseca Impressão: Logotexto


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